Amigos audiófilos
A partir de hoje, em homenagem ao Record Store Day 2013, vamos percorrer os sebos do país, analisando o que mais de interessante temos como opção de compra, venda e troca para nossos discos.
Começamos por rodar em São paulo, minha cidade. Onde garimpei a maioria de minha coleção desde os 15 anos de idade. Já existiam lugares tradicionais, mesmo quando o vinil ainda no auge de sua produção nos anos 70, era vendido em grandes magazines como as extintas lojas Mappin, Mesbla e Eletro. Estas lojas de rua atuais que estarão em nossas postagens são localizadas geralmente em galerias e traziam alternativas para compra dos discos mais raros ou que não se vendiam nessas mais populares. Até hoje vemos as que se mantém na base das trocas e vendas do vinil.
Hoje, em comparação aos discos nacionais de 20 anos atrás, o preço do vinil novo relançado é muito mais caro, devido as proporções de mercado e de pouca saída de produção. Temos pouquíssimos títulos nacionais comparado a um mercado que não parou no exterior, isto quer dizer que aqui estamos novamente engatinhando na quantidade e na qualidade de material. Os novos ouvintes do vinil pelo mundo tem opções de compra nos locais especializados que vendem tanto os discos da época, com selo e prensagens originais, quanto os novos em formato 180g. Os maiores heróis desta nova revolução e atual geração de colecionadores sem dúvida são os Djs. Mesmo não sendo músicos, contribuíram para uma cultura quase extinta pela maioria dos consumidores. Eles, na minha opinião, são os melhores formadores de público quando o assunto é música de qualidade em vinil.

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